quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Monstros da mitologia

(imagen não encontrada) Bucentauros - centauros com corpo de boi




Cerbero - Cão com três cabeças, corpo de Leão e cauda de serpente, filho de Tífon e de Equidna, guarda dos antros infernais, onde ladrava com voz fúnebre e terrível. Héracles, num de seus famosos trabalhos, conseguiu acorrentá-lo e levá-lo a Eurtisteu.
Centauros - Seres fortes e brutais, metade homens e metade cavalos, todos filhos de Ixão e de Néfele, à exceção de Folo de Quíron, que tiveram outra origem e caráter menos selvagem. Vivia nos bosques e nos montes da Tessália. Foram inimigos de Héracles e, durante as bodas de Pirítoo, tendo eles insultado a noiva, os Lápidas os aniquilaram.
Gorgones - Filhas de Fórces com Ceto, irmãs das Gréias. Eram monstros alados, horríveis, com serpentes no lugar do cabelos, petrificavam quem as olhasse nos olhos. Moravam na Lídia, perto do jardim das Hespérides. Eram três: Esteno (a violenta), Eríale (a errante) e Medusa (a dominadora).
Greias - Chamadas de "As Velhas Mulheres" quando vieram ao mundo já eram velhas. Na origem, era duas: Ênio e Péfredo, às quais, mais tarde juntou-se Deino. Possuíam um só olho e um só dente, comum as três, dos quais se serviam alternadamente. Viviam no extremo Ocidente, no País da noite, onde o Sol nunca resplandecia.





Grifos - Animais fabulosos, com corpo de leão e cabeça de águia, que a tradição colocava nos monte Rifeus, como guardas do ouro do Norte.













Hidra de Lerna - Serpente monstruosa, imaginada com sete, nove, cem ou mais cabeças que, quando cortadas renasciam se, na parte decepada, não se pusesse imediatamente fogo. Com o sangue da Hidra, Héracles impregnava as suas flechas. Infestava os campos nas proximidades de Lerna, nas vizinhanças de Argos. Foi transformada em Constelação austral




Medusa - Uma das Górgones, a única que era mortal. Orgulhosa de sua beleza, ousou comparar-se a Atena, pelo que, a deusa, irada, transformou seus cabelos em serpentes e fez com que seu olhar petrificasse. Perseu conseguiu cortar-lhe a cabeça, olhando-a refletida num espelho. Do sangue da ferida nasceram Pégaso e Criásor. A cabeça de Medusa foi depois, dada pelo herói a Atena, que a colocou em seu escudo.














Ortros - Filho de Tífon e Equidna, irmão de Cérbero. Vigiava os Bois de Gerião, na ilha Eritéia, onde Héracles o matou.







Satiros - Também chamados de Silenosm são demônios agrestes represenantes masculinos da vida da natureza em suas variadas formas. Constituiam a parte mais turbulenta da comitiva de Dioníso. A imaginação popular concebia-os como seres maliciosos e sensuais e atribuiam à sua figura, orelhas e patas de cabra, rabo de cavalo e nariz achatado. Viviam geralmente nos bosques dançando e tocando instrumentos musicais, perseguindo as ninfas e bebendo rumorosamente.





Sereias - Seres fabulosos, metade mulheres e metade aves, demônios ou divindades marinhas, nascidas de Aqéloo e de Melpômene. Situadas, segundo a tradição, numa ilha rochosa no Mediterrâneo, cativavam com o seu canto os marinheiros e os faziam naufragar de encontro aos recifes. Ulisses ouviu-as depois de ter fechado com cera os ouvidos de seus companheiros e ter-se amarrado ao mastro da nau para resistir as suas tentações.





(imagen não encontrada) Tifon - O mais jovem dos filhos do Tártaro e de Géia, monstro fabuloso de cem cabeças, pai dos ventos impetuosos. Casou-se com Equidna, da qual teve Cérbero, Ortros e a Hidra de Lerna. Entrou em luta com Zeus pela posse do mundo, porém foi atingido pelo raio do deus e precipitado o Tártaro. Segundo outros, os deuses foram vencidos e fugiram para o Egito, onde se esconderam sob a forma de Animais: Zeus teria sido encerrando no antro Conrício, de onde Hermes o libertou. Retomando a luta, Zeus venceu o monstro e o sepultou vivo.




leão de Neméia (em grego moderno: Λέων της Νεμέας, transl. Léōn tēs Neméas; em latim: Leo Nemaeus) é uma criatura da mitologia greco-romana que habitava a planície de Neméia, na Argólida, aterrorizando aquela toda a região. A terrível fera não podia ser morta por um homem normal e todos os que tentavam enfrentá-lo ficavam completamente aterrorizados pelo seu rugido, que podia ser ouvido a quilômetros de distância. Além disso, arma alguma podia penetrar o couro do animal, e todos que o tentavam matar com lanças ou flechas acabavam sendo devorados.
A origem do Leão da Neméia é controvertida. Segundo algumas versões, era tido era filho de Tifão e Equidna. Outras lendas o dão como fruto da união de Equidna e seu próprio filho Ortros, o cão de duas cabeças. Outra versão é de que seria filho de Cérbero com Quimera, e portanto neto de Tifão e Equidna.
No primeiro dos seus famosos doze trabalhos, Héracles recebeu de Euristeu a missão de derrotar o Leão de Neméia, para dar fim à devastação que este causava. De início, Héracles tentou atingi-lo com suas flechas, inutilmente.
Irritado, o herói aplicou com sua clava um golpe tão tremendo na cabeça do animal, que este caiu desacordado. Depois de estrangulá-lo, Héracles extraiu o couro do animal com as próprias garras, uma vez que nenhuma arma de ferro o conseguia cortar ou perfurar. A partir daí Héracles passou a usar sua pele como um manto protetor, com a cabeça do leão servindo-lhe de elmo.

O Kraken também é confundido por ser visto na mitologia grega como uma sépia gigante que controlava as tempestades e as profundezas oceânicas e que habitava uma caverna submersa. No entanto, não há registro do Kraken na mitologia grega.
As histórias de Krakens tinham fundamento, tal como muitas outras histórias de seres fantásticos, numa má observação da fauna, no caso dos Kraken provavelmente em ataques de lulas gigantes ou lulas colossais. Um bom exemplo dessa teoria são as sereias, cujos responsáveis são os registos visuais de dugongos e focas de longe, em nevoeiros.
O Kraken era uma criatura tão temida pelos marinheiros quanto as ferozes Serpentes Marinhas.

Na mitologia grega, o Minotauro (em grego: Μῑνώταυρος; em latim:Minotaurus; em etrusco: Θevrumineś), era, segundo sua representação mais tradicional entre os gregos antigos, uma criatura imaginada com a cabeça de um touro sobre o corpo de um homem O autor romano Ovídio descreveu-o simplesmente como "parte homem e parte touro." Habitava o centro do Labirinto, uma elaborada construção erguida para o rei Minos de Creta, e projetada pelo arquiteto Dédalo e seu filho, Ícaro especificamente para abrigar a criatura. O sítio histórico de Cnossos, com mais de 1300 compartimentos semelhantes a labirintos, já foi identificado como o local do labirinto do Minotauro, embora não existam provas contundentes que confirmem ou desmintam tal especulação. No mito, o Minotauro eventualmente morre pelas mãos do heroi ateniense Teseu.
O termo Minotauro vem do grego antigo Μῑνώταυρος, composto etimologicamente pelo nome Μίνως (Minos) e o substantivo ταύρος ("touro"), e pode ser traduzido como "(o) Touro de Minos". Em Creta, o Minotauro era conhecido por seu nome próprio, Astérion, um nome que ele compartilhava com o pai adotivo de Minos.
Minotauro, originalmente, era apenas utilizado como nome próprio, referindo-se a esta figura mítica. O uso de minotauro como um substantivo comum que designa os membros de uma raça fictícia e genérica de criaturas antropogênicas com cabeças de touro surgiu bem posteriormente, no gênero de ficção fantástica do século XX.

Pégaso (em grego: Πήγασος) é um cavalo alado símbolo da imortalidade. Sua figura é originária da mitologia grega, presente no mito de Perseu e Medusa. Pégaso nasceu do sangue de Medusa quando esta foi decapitada por Perseu. Havendo feito brotar com uma patada a fonte Hipocrene, tornou-se o símbolo da inspiração poética.
Belerofonte matou a poderosa Quimera, montando Pégaso após domá-lo com ajuda de Atena e da rédea de ouro, que em seguida tentou usá-lo para chegar ao Olimpo. Mas Zeus fez com que ele derrubasse seu cavaleiro, que morreu devido à grande altura. Zeus o recompensou transformando-o na constelação de pégasus, de onde deveria dali em diante ficar à serviço do deus dos deuses


fênix ou fénix (em grego ϕοῖνιξ) é um pássaro da mitologia grega que, quando morria, entrava em auto-combustão e, passado algum tempo, renascia das próprias cinzas. Outra característica da fénix é sua força que a faz transportar em voo cargas muito pesadas, havendo lendas nas quais chega a carregar elefantes. Podendo se transformar em uma ave de fogo.
Teria penas brilhantes, douradas, e vermelho-arroxeadas, e seria do mesmo tamanho ou maior do que uma águia. Segundo alguns escritores gregos, a fénix vivia exatamente quinhentos anos. Outros acreditavam que seu ciclo de vida era de 97.200 anos. No final de cada ciclo de vida, a fénix queimava-se numa piraimortalidade e do renascimento espiritual. funerária. A vida longa da fénix e o seu dramático renascimento das próprias cinzas transformaram-na em símbolo da 
Os gregos parecem ter se baseado em Bennu, da mitologia egípcia, representado na forma de uma ave acinzentada semelhante à garça, hoje extinta, que habitava o Egito. Cumprido o ciclo de vida do Bennu, ele voava a Heliópolis, pousava sobre a pira do Deus Rá, ateava fogo em seu ninho e se deixava consumir pelas chamas, renascendo das cinzas.
Hesíodo, poeta grego do século VIII a.C., afirmou que a fênix vivia nove vezes o tempo de existência do corvo, que tem uma longa vida. Outros cálculos mencionaram até 97.200 anos.
De forma semelhante a Bennu, quando a ave sentia a morte se aproximar, construía uma pira de ramos de canela, sálvia e mirra em cujas chamas morria queimada. Mas das cinzas erguia-se então uma nova fénix, que colocava piedosamente os restos da sua progenitora num ovo de mirra e voava com ele à cidade egípicia de Heliópolis, onde os colocava no Altar do Sol.
Dizia-se que estas cinzas tinham o poder de ressuscitar um morto. O imperador romano Heliogábaloave-do-paraíso, que lhe foi enviada em vez de uma fénix, mas foi assassinado pouco tempo depois. (204-222 d. C.) decidiu comer carne de fénix, a fim de conseguir a imortalidade. Comeu uma 
Atualmente os estudiosos creem que a lenda surgiu no Oriente e foi adaptada pelos sacerdotes do Sol de Heliópolis como uma alegoria da morte e renascimento diários do astro-rei. Tal como todos os grandes mitos gregos, desperta consonâncias no mais íntimo do homem. Na arte cristã, a fénix renascida tornou-se um símbolo popular da ressurreição de Cristo.
Curiosamente, o seu nome pode dever-se a um equívoco de Heródoto, historiador grego do século V a.C.. Na sua descrição da ave, ele pode tê-la erroneamente designado por fénix (phoenix), a palmeira (phoinix em grego) sobre a qual a ave era nessa época representada.

Quimera é uma figura mítica que, apesar de algumas variações, costuma ser apresentada como um ser de cabeça e corpo de leão, além de duas outras cabeças, uma de dragão e outra de cabra. Outras descrições trazem apenas duas cabeças ou até mesmo uma única cabeça de leão, desta vez com corpo de cabra e cauda de serpente, bem como a capacidade de lançar fogo pelas narinas. Graças ao caráter eminentemente fantástico de tal figura mítica, o termo quimerismo e o adjetivo quimérico se referem a algo que não passa de fruto da imaginação, uma ilusão, um sonho.
Oriunda da Anatólia e cujo tipo surgiu na Grécia durante o século VII a.C.. Sempre exerceu atração sobre a imaginação popular.
De acordo com a versão mais difundida da lenda, a quimera era um monstruoso produto da união entre Equidna - metade mulher, metade serpente - e o gigantesco Tífon.
Outras lendas a fazem filha da hidra de Lerna e do leão de Neméia, que foram mortos por Hércules. Habitualmente era descrita com cabeça de leão, torso de cabra e parte posterior de dragão ou serpente. Criada pelo rei de Cária, mais tarde assolaria este reino e o de Lícia com o fogo que vomitava incessantemente, até que o herói Belerofonte, montado no cavalo alado Pégaso, conseguiu matá-la.
A representação plástica mais freqüente da quimera era a de um leão com uma cabeça de cabra em sua espádua.
Quimera também pode ser considerada como um ser com corpo e cabeça de leão, com duas cabeças anexas, uma de cabra e outra de serpente.
Com o passar do tempo, chamou-se genericamente quimera a todo monstro fantástico empregado na decoração arquitetônica.
Figurativamente ou em linguagem popular mais ampla, o termo quimera alude a qualquer composição fantástica, absurda ou monstruosa, constituída de elementos disparatados ou incongruentes, significando também utopia.
Em Alquimia, é um ser artificial (assim como o homúnculo), criado a partir da fusão de um ser humano e animal.
A palavra quimera, por derivação de sentido, significa também o produto da imaginação, um sonho ou fantasia (por exemplo: A Quimera de Ouro).
As harpias (em grego, ἅρπυιαι) são criaturas da mitologia grega, frequentemente representadas como aves de rapina com rosto de mulher e seios. Na história de Jasão, as harpias foram enviadas para punir o cego rei trácio Fineu, roubando-lhe a comida em todas as refeições. Os argonautas Zetes e Calais, filhos de Bóreas e Orítia, libertaram Fineu das hárpias, que, em agradecimento, mostrou a Jasão e os argonautas o caminho para passar pelas Simplégades. Enéias e seus companheiros, depois da queda de Tróia, na viagem em direção à Itália, pararam na ilha das Harpias; mataram animais dos rebanhos delas, as atacaram quando elas roubaram as carnes, e ouviram de uma das Harpias terríveis profecias a respeito do restante de sua viagem.
Segundo Hesíodo, as harpias eram irmãs de Íris, filhas de Taumante e a oceânide Electra, e seus nomes eram Aelo (a borrasca) e Ocípete (a rápida no vôo). Higino lista os filhos de Taumante e Electra como Íris e as hárpias, Celeno, Ocípete e Aelo, mas, logo depois, dá as hárpias como filhas de Taumante e Oxomene.
Harpias:
1-Aelo (Ἀελλώ) é uma harpia cujo nome em grego significa "a borrasca".
2-
Ocípete (Οκύπητη) é uma harpia cujo nome em grego significa "a rápida no vôo".
3-
Celeno (Κελαινώ) é uma harpia cujo nome em grego significa "a obscura". Também é chamada de Podarge (Ροδαργε). Em outras versões em vez de harpia, Celeno uma das sete plêiades, filha de Atlas e Pleione.
Górgona (em grego: Γοργών ou Γοργώ, transl. Gorgón ou Gorgó) é uma criatura da mitologia grega, representada como um monstro feroz, de aspecto feminino, e com grandes presas. Tinha o poder de transformar todos que olhassem para ela em pedra, o que fazia que, muitas vezes, imagens suas fossem utilizadas como uma forma de amuleto. A górgona também vestia um cinto de serpentes entrelaçadas.
Na mitologia grega tardia, diziam-se que existiam três górgonas: as três filhas de Fórcis e Ceto. Seus nomes eram Medusa, "a impetuosa", Esteno, "a que oprime" e Euríale, "a que está ao largo". Como a mãe, as górgonas eram extremamente belas e seus cabelos eram invejáveis; todavia, eram desregradas e sem escrúpulos. Isso causou a irritação dos demais deuses, principalmente de Atena, a deusa da sabedoria, que admirou-se de ver que a beleza das górgonas as fazia exatamente idênticas a ela.
Atena então, para não permitir que deusas iguais a ela mostrassem um comportamento maligno, tão diferente do seu, deformou-lhes a aparência, determinada a diferenciar-se. Atena transformou os belos cachos das irmãs em ninhos de serpentes letais e violentas, que picavam suas faces. Transformou seus belos dentes em presas de javalis, e fez com que seus pés e mãos macias se tornassem em bronze frio e pesado. Cobrindo suas peles com escamas douradas e para terminar, Atena condenou-as a transformar em pedra tudo aquilo que pudesse contemplar seus olhos. Assim, o belo olhar das górgonas se transformou em algo perigoso. Em outras versões, somente Medusa tinha os cabelos de serpentes, suas irmãs eram cegas e para enxergar, partilhavam o mesmo olho.
Envergonhadas e desesperadas por seu infortúnio, as górgonas fugiram para o Ocidente, e se esconderem na Ciméria, conhecido como "o país da noite eterna".
Mesmo monstruosa, Medusa foi assediada por Poseídon, que amava Atena. Para vingar-se, Medusa cedeu e Poseídon desposou-a. Após isso, Poseídon fez com que Atena soubesse que ele tivera aquela que era sua semelhante. Atena sentiu-se tão ultrajada que tomou de Medusa sua imortalidade, fazendo-a a única mortal entre as górgonas. Em outras versões, Atena amaldiçoou as górgonas justamente porque quando Medusa ainda era bela, ela e Possídon se uniram em um templo de Atena, a deusa ficou ultrajada e as amaldiçoou.
Mais tarde, Perseu, filho de Zeus e da princesa Dânae, contou com a ajuda de Atena para encontrar Medusa e cortar a sua cabeça, com a qual realizou prodígios. Pois mesmo depois de morta, a cabeça continuava viva e aquele que a olhasse nos olhos se tornava pedra.

Semi-deuses

   Aquiles - Filho de Peleu e de Tétis, natural da Tessália, o mais famoso das heróis gregos. Para tornar invulnerável seu filho, Tétis mergulhou-o no rio Estige, segurando-o pelas calcanhares, que assim se tornaram a única parte vulnerável. Fênix instruiu-o na eloqüência e na arte militar e o centauro Quíron na Medicina. O Destino deixara a Aquiles a escolha entre uma vida longa, porém sem glórias, e outra curta, porém gloriosa: Aquiles escolheu a última. Participou da guerra de Tróia com 50 naus, como chefe dos Mirmídones. Depois de muitos atos de bravura, matou Heitor e arrastou seu cadáver pelo campo, amarrado pelo pés a seu carro. Mais tarde, ao penetrar em Tróia, foi morto por um dardo de Páris, guiado por Apolo, que o atingiu justamente no calcanhar. Segundo outra lenda posterior, Tétis, sabedora que seu filho encontraria a morte na guerra de Tróia, escondeu-o, vestido de mulher, entre as filhas do rei Licomedes. Porém Ulisses, agindo com astúcia, descobriu-o: apresentou às filhas do rei alguns trabalhos e objetos femininos, além de diversas armas; Aquiles imediatamente interessou-se pelas armas. Depois de sua morte os gregos depositaram suas cinzas no promontório Sigeu, próximo à planície de Tróia, erigiram-lhe um templo e renderam-lhe honras divinas.



Heracles - O herói mais popular e célebre do toda a mitologia clássica. As lendas de que é protagonista constituem um ciclo inteiro, em perpétua evolução desde a época pré-helênica até o fim da Antigüidade. Filho de Zeus e de Alcmena, da raça de Perseu. A ciumenta Hera procurou fazer morrer esse filho de seu infiel marido, lançando ao berço do vigoroso menino duas cobras. Héracles dormia com os punhos cerrados; acordado pelo rastejar dos répteis, agarrou-os e os esganou. Assim começava a carreira daquele que seria o modelo de força física, o deus dos atletas. Desde logo teve competentíssimos mestres: Castor ensinou-lhe a cavalgar, Autólico a guiar o carro, Eurito o manejo do arco, Eumolpo e Lino a literatura e a música e Quíron inspirou-lhe o ar da ciência e o sentido da moral. Porém, o caráter do discípulo revelava-se cada vez mais impetuoso: um dia, por uma justa advertência, enfureceu-se e quebrou na cabeça de Lino uma pesada cítara, matando-o. Assim, começava suas façanhas e, desgraçadamente, seus delitos, pois o excesso de energia muscular quase sempre lhe turvava o cérebro. Matou a flechadas, num momento do loucura, os filhos e a mulher Mégara. Arrependido foi pedir ao oráculo de Delfos conselhos para se livrar a culpa desse crime, este então ordenou-lhe que se pusesse a disposição de Euristeu pelo prazo de 12 anos, nos quais ele realizou os conhecidos Doze Trabalhos de Heracles. Terminados os trabalhos, em outro acesso de loucura, lançou dos muros de Tirinto o filho de Eurito, Ífito, pelo que o oráculo impôs-lhe 3 anos de servidão na corte de Ônfale, rainha da Lídia, que o colou entre suas fiandeiras, com roupas de mulher, enquanto ela mesma usava sua clava e a pele do leão. Realizou, assim mesmo, algumas façanhas, dentre as quai a captura dos Cercopes, gênios alegres e espertíssimos. Em seguida, Heracles dirigiu-se a Tróia para vingar-se de Laomedonte, que matou juntamente com seus filhos, à exceção de Podrces. Voltou, depois, à Grécia, onde aniquilou a família de Nestor. Casou-se com Dejanira e, ao atravessar o rio Eveno, na Etólia, matou, com uma flechada, o centauro Nesso, que tentava raptar sua esposa. Antes de morrer, Nesso entregou a Dejanira a camisa manchada com seu sangue, fazendo-lhe acreditar que constituía um poderoso filtro de amor, com o qual poderia assegurar-se o eterno afeto de seu marido. Como Eurito tivesse negado sua filha Iole a Héracles, que a queria desposar, o herói vingou-se matando-o, juntamente com seus filhos, e levou Iole. Quando soube do fato, Dejanira mandou a Héracles, por intermédio de Licas, a camisa de Nesso; logo que a vestiu, sentiu Héracles seu corpo arder e ser corroído pelo veneno de que estava impregnada; enfurecido, lançou Licas ao mar. Fez-se transportar a Traquine e ordenou a seu filho que casasse com Iole; teve ainda forças para subir ao monte Eta, acender uma pira e lançar-se em meio às chamas. quando estas se ergueram, Zeus, num fragor de raios, veio buscar seu dileto filho e transportou-o numa nuvem ao Olimpo. Héracles tornou-se, assim , imortal, reconciliou-se com Hera, que o perseguira na terra, e casou-se com Hebe, da qual tece Alexíare e Anceto; outrossim, viveu no céu eternamente jovem.



(imagen não encontrada) Minos - Filho de Zeus e de Europa, rei de Creta, marido de Pasífae e pai de Catreu, Deucalião, Glauco, Androgeu, Ariadne e Fedra. Por não ter sacrificado um belíssimo touro a Poseidon, este vingou-se fazendo com que Pasífae se enamorasse do touro e gerasse um ser monstruoso, metade touro e metade homem: o Minotauro. Minos encerrou-o no Labirinto e o alimentou com a carne de sete jovens e sete donzelas, que Atenas devia mandar a cada nove anos, como tributo, a Creta. Foi fundador da senhoria marítima de Creta e seu legislador. Por sua justiça, foi colocado no Averno, como juiz dos mortos, ao lado de Radamanto e Éaco. Segundo uma lenda posterior ao perseguir Dédalo até a Sicília, Minos morrei por mãos do rei Cócalo, no momento em que se banhava, e suas cinzas foram levadas a Creta por um de seus companheiros


Orfeu - Célebre cantor de origem trácia, filho de Éagro e da musa Calíope. Seu canto era tão enternecedor que fazia mover plantas e pedras e mansava as feras. Amou ternamente sua esposa Erúdice, acompanhou os Argonatas na expedição do velo de ouro. Morreu por mãos das mulheres trácias, que o dilaceraram porque, depois da perda de Eurídice, odiou as mulheres e desprezou o casamento. Depois de tê-lo matado, lançaram sua cabeça ao mar, que as ondas transportaram à ilha de Lesbos. Foi considerado o fundador da religião órfica, que teve grande difusão.
Prometeus - Titã, filho de Jápeto e de Ásia, ou de Clímene, pai de Deucalião, irmão de Epitemeu, Atlas e Menécio. Foi dado a ele e seu irmão Epitemeu a tarefa de criar a humanidade e dar aos humanos e a todos os animais do mundo os dons necessários para a sua sobrevivência. Epitemeu (cujo nome significa pensamento tardio) então a dar a vários animais coragem, força, velocidade, penas, pêlo e outras formas de proteção. Quando chegou o momento de criar um ser superior a todas as outras criaturas vivas, Epitemeu notou que já não havia mais talentos para dar. Foi forçado então a pedir ajuda a seu irmão Prometeus (cujo nome significa pensamento premeditado) que tomou para si a tarefa. Instituiu no homem a timidez da lebre, a ambição do pavão, a astúcia da raposa, a fericidade do tigre, a força do leão, mas para tornar humanos superiores aos animais, ele moldou-os numa forma mais nobre e fez com que andassem eretos. Ele então foi ao céu e acendeu a tocha com o fogo do sol. O dom do fogo que Prometeus deu à humanidade foi o mais valioso que qualquer um dos dons dos animais. Essa ação provocou a ira de Zeus. Não só ele roubou o fogo que deu aos humanos, mas ele também enganou os deuses que ele deveriam pegar as piores partes de qualquer animal sacrificado a eles, e os humanos as melhores. Prometeus então armou uma cilada para Zeus: pegou dois bois e de um tirou os ossos e a gordura e trocou pela carne do outro. Pediu então a Zeus escolher entro os dois, que pegou o com a gordura



Teseu - Héracles da Ática, filho de Poseidon ou de Egeu de Etra. Nasceu em Genetíon, perto de Trenezene, e foi criado por sei avô materno Piteu, que o educou nas artes musicais e gímnicas, e por Quírom que ensinou a arte de caçar. Aos dezesseis anos, encontrou sob uma pedra enorme, que ele levantou com extrema facilidade, a espada e as sandálias de Egeu, ali escondidas, com as quais dirigiu-se a Atenas, matando pelo Sínis, Perifetes, Escíron e Procustoe a ferosíssima porca de Cromíon. No Cefiso, os Fitálides purificaram-no dos crimes cometidos e, assim, chegou ele a Atenas, onde foi reconhecido por seu pai, ao desembainhar a espada, quando Media tentou envenená-lo. Capturou, em seguida, o touro de Maratona, que lançava fogo pelas narinas e derrotou seus primos, filhos de Palas que aspiravam ao reino de Atenas. Naquela época, era necessário enviar a Minos, pela terceira vez, o tributo a de sete rapazes e sete moças e Teseu quis fazer parte dele: chegando a Creta, com a ajuda de Ariadne, conseguiu entrar no labirinto e matar o minotauro, libertando Atenas do tributo. depois de ter abandonado Araidne, chegou a Atenasm onde foi causa involuntária da morte de seu pai Egeu; foi sucessor deste e instituiu as festas Panatenéias e os jogos Ístmicos. Em companhia de Héracles, participou da expedição contra as Amazonas e, como prêmio, teve Hipólita, sua rainha, da qual teve um filho, Hipólito. Depois da morte desta, casou-se com Fedra, irmã de Ariadne. da qual teve Acamas e Deméfon. Participou da caçada ao javali de Calídon e da expedição dos Argonautas. Foi íntimo amigo de Pirítoo, com o qual derrotou os Centauros e raptou Helena, ambos depois, desceram aos Infernos, com a intenção de raptar Perséfone, porém, Hades castigou-os e fez sentar Teseu sobre uma pedra que tinha a virtude de segurar, como se estivessem grudados, os que nela repousassem. Teseu, assim, não pôde mais sair dos Infernos, até a chagada de Héracles, que o libertou. Voltando a Atenas, encontrou seu trono ocupado por Menesteu pelo que, amaldiçoando os Atenienses, refugiou-se em Ciros, onde o rei Licomedes o precipitou de um rochedo ao mar ou, segundo outros, por um passo em falso, caiu num precipício. Por ordem de Delfos, seus ossos foram transportados para Atenas, onde foi-lhe exigido um esplêndido templo.

Deuses

Odin

odin deuses nordicos mitologia
 Devido ao seu amor pela batalha, è o principal
deus da mitologia nórdica - nascida em países
do norte da Europa, como SuéciaDinamarca e
IslândiaOdin é o mais velho e sábio dos
deuses
. Com só um olho bom, ele vive com dois
corvos em seus ombros: Huginn (pensamento)
Muninn (memória) que simbolizam a busca pelo conhecimento.

Thor

thor deuses nordicos mitologia
 O deus do Trovão, é filho de Odin com outra
deusa (Fjorgyn). Muito forte, tem como arma
um martelo mágico. è o grande guerreiro dos
deuses
 contra seus principais inimigos,
os gigantes de gelo.

Frigg

 Mulher de Odin, a deusa da fertilidade veste um manto que
parece com as nuvens - e que muda de cor de acordo com seu
humor. Representa a feminilidade e era invocada pelas
mulheres nos partos.

Loki

loki deuses nordicos mitologia
 Pai das mentiras, é parte gigante parte deus.
Às vezes é mostrado como irmão de Thor,
mas na mitologia tradicional é irmão adotivo
de Odin. Tem caráter maligno, mas traz
equilibrio ao panteão dos deuses.

Hel

hel deuses nordicos mitologia
 Filha de Loki com uma gigante de gelo, é a
deusa de Niftheim, a terra dos mortos.
Descrita como uma figura de feições sempre
sombrias, e viva da cintura para cima e morta
da cintura para baixo.



Bragi

bragi deuses nordicos mitologia
 Filho de Odin com uma gigante, é o porta
voz e mensageiro dos deuses. Bom de
"discurso" tem o nome citado nos brindes
que antecederam a narração de grandes
histórias.



Tyr

tyr deuses nordicos mitologia
 Filho de Odin e Frigg, tem força e coragem,
e lidera os deuses nas batalhas. Sacrificou uma
das mãos, para o lobo Fenrir (filho de Loki)
para manter a paz entre os deuses após mais
uma das brigas entre eles.



Balder

balder deuses nordicos mitologia
 Outro filho de Odin e Frigg, é o mais belo,
misericordioso e justo dos deuses. Espalha
paz onde quer que ande. Por ser o deus mais
amado e popular, tornou-se um dos alvos
preferidos das intrigas de Loki.



Forseti

forseti deuses nordicos mitologia
 O deus da justiça é filho de Balder e define
as disputas entre os deuses e os humanos.
Na mitologia, nunca falhou em um acordo.
Falando por horas a fio, sempre convence os
deuses pelo cansaço.



Njord

njord deuses nordicos mitologia
 Protetor dos navegadores, escolheu viver
em Asgard, após firmar uma paz com
Odin. Os que o adoram navegam
tranquilos e tem boa sorte no nascimeto
dos filhos.



Skadi

skadi deuses nordicos mitologia
 Skadi foi para Asgard para se vingar da morte
do pai, um gigante. Temendo um confronto, os
deuses colocaram os olhos do pai dela como
estrelas do céu e lhe ofereceram Njord
como marido.



Freya

freya deuses nordicos mitologia
 Filha de Njord e SkadiDeusa do amor e da
luxúria
, é uma mulher sensual. Amante de
magia e feitiçaria, ela pode tomar a forma de
um pássaro para viajar ao mundo
dos mortos e trazer profecias.



Freyr

 O irmão de Freya é o deus da abundância. Decide quando a
chuva cai, da fartura aos frutos da terra, e é invocado na paz
e na prosperidade. Possui um barco capaz de carregar todos
os deuses.



Mito de criação do mundo

Como tudo começou

 As lendas nórdicas não tem uma versão única. Há variações
nos deuses e nas descrições de como o mundo foi criado. Um
dos mitos diz que Odin e seus irmãos mataram um gigante,
Ymir, formado de fogo e gelo. O corpo dele virou, então, a
matéria-prima para a criação do mundo.
Restos do
Gigante
CarneOssosSangueCérebro
O que
Virou
A terraAs pedrasOs rios e
oceanos
As nuvens

O Mundo Nórdico

Yggdrasilárvore da vida, tem três níveis:

Asgard

 É onde vivem quase todos os deuses. A paz por la só reinou após muito quebra-pau entre eles. Asgard é cheia de grandes salões, como o grandioso Valhalla, salão de Odin.

Midgard

 Os humanos vivem aqui. Midgarde cercada por um vasto oceano e é ligada a Asgard pela Bifrost, uma ponte em forma de arco-íris vigiada pelo deus Heimdall.

Jotunheim

 Região dentro de Midgardhabitada por gigantes, raça que vive em conflito com os deuses. Lá fica uma fortaleza chamada Utgard, palco de varias aventuras de Thor.

Niflheim

 O terceiro último nível é o domínio dos mortos. É um local gelado, onde a noite não tem fim e aonde os homens de mau caráter são enviados após a morte.

Deuses

Rá Atum

ra atum deuses egipcios mitologia
Principal deus Egípcio é responsável pela
criação do mundo e representa o Sol. Ele é
descrito de diversas formas, desde com a face de
uma ave de rapina até como um escaravelho.
Os egípcios acreditavam que seu rei (o faraó)
era a reencarnação de .

Osíris

osiris deuses egipcios mitologia
 Descendente direto de  (o deus da criação),
Osíris é o filho mais velho do casal Geb e Nut.
Ele reinou sobre a terra como o primeiro faraó
do Egito
. Isso até ser assassinado por seu irmão
Set. A partir dai, Osíris virou o deus supremo
e o juís do mundo dos mortos.


Ísis

isis deuses egipcios mitologia
 Dona de poderes mágicos, protetora e piedosa,
a irmã-esposa de Osíris era muito popular - foi
a última divindade egípcia a ser adorada na
Europa antes da chegada do cristianismo. O
Rio Nilo nasceu das lágrimas que ela derramou
quando Osíris morreu.

Set

set deuses egipcios mitologia
 deus do caos é o responsável pelas guerras
e pela escuridão. Matou o irmão, Osíris,
mas perdeu a supremacia do Egito para o
sobrinho Hórus. Tem a forma do porco-
formigueiro
, animal raro da África.

Nephthys

nephthys deuses egipcios mitologia
 Na mitologia egípcia, foi irmã-esposa de Set
e de Osíris. Após a morte deste, separou-se
de Set e se juntou a sua irmã Isís em luto.
É associada ao culto dos mortos e mostrada
às vezes como uma mulher ao lado de
sarcófagos.


Hórus

horus deuses egipcios mitologia
 Filho de Osíris e Ísis, tem cabeça de falcão e
é protetor dos faraós e das famílias. Quando
perdeu o pai, lutou contra Set pelo trono de
principal deus do Egito. Apòs intervenção de
Osíris, direto do submundo, os demais deuses
aclamaram Hórus como líder supremo.


Hathor

hathor deuses egipcios mitologia
 A esposa de Hórus é a deusa guardiã das
mulheres (especialmente as grávidas) e
protetora dos amantes. No Egito antigo, a vaca
era considerada um animal gentil, por isso
Hathor era representada com a cabeça ou as
orelhas de uma vaca
.


Anúbis

anubis deuses egipcios mitologia
 deus com cabeça de chacal nasceu da
união de Osíris e Nephthys. Foi ele quem
criou a primera múmia, ao preparar o corpo
do pai assassinado. Tem papel importante
na passagem para o mundo dos mortos.



Thoth

thoth deuses egipcios mitologia
 Sua origem é polêmica: alguns textos
apresentam como o filho de Rá, outros, como
de Set. Com cabeça de uma ave - a íbis - é o
deus da Lua, da sabedoria e da cura. É o
patrono dos escribas e trouxe os hieróglifos
ao Egito.


Bastet

bastet deuses egipcios mitologia
 Ligada a fertilidade, é a deusa da sexualidade
e do parto. Após o ano 1000 a.C., sua imagem
ganhou a forma de gato - animal que para os
egípcios traz boa sorte. É mais uma das
filhas de .



Sekhmeth

sekhmeth deuses egipcios mitologia
 A poderosa deusa com cabeça de leoa é
filha de , mas reflete o aspecto destrutivo
do Sol
. Foi enviada por  para punir os
humanos que passaram a adorar um deus
em forma de serpente.




Mito de criação do mundo

O Mito da Criação

 Os primeiros filhos de Rá foram Shu (deus do ar) e Tefnut
(deusa da umidade). Como é comum nesta mitologia, os irmãos
formaram uma casal e tiveram como filhos Geb (deus da terra)
Nut (deusa dos céus). Ao nascer, os netos de  se juntaram
num abraço, formando outro casal.

  não gostou muito desta história e ordenou a Shu que ele
separasse os filhos. Este empurrou Nut para cima e pressionou
Geb para baixo. Enquanto Nut se tornava o céu que cobre o
mundo, Geb virou a terra em que vivemos. E Shu permaneceu
entre os filhos, representando o ar que as pessoas respiram.

Vida após a morte

Julgamento Final

 Toda pessoa ao morrer era recebida pelo deus Ánubis. Ele tinha a missão de pesar o coração dos mortos em uma balança, uma espécia de avaliação de como a pessoa havia se comportado em vida.

 Após ter o coração pesado, o morto era encaminhado para umjulgamento final perante Osíris, que o questionava sobre diversas passagens da vida. Nessa conversa, Osíris podia até aliviar a punição de quem tivesse o coração reprovado na balança.

 Os aprovados viveriam para sempre em um paraíso similar a terra na companhia dos deuses. Os reprovados eram devorados por Amnutdeusa representada pelos três animais mais temidos no Egito: ela tinha cabeça de crocodilo e corpo com partes deleão e de hipopótamo